Passo a explicar o duplo siginficado do título:
1º - Se por um lado a expressão "venham novos" consegue mostrar que estamos a ficar saturados de bater em mortos (depois de diferença de 14 golos contra 4 jogadores, segue-se vitória por 7 contra 5 jogadroes, parece que só mesmo se eles jogarem com 6 é que equilibram as coisas, e eu estava capaz de jurar que eles já pensaram em propor-nos isso...) e por isso talvez seja hora de dar o salto qualitativo...
2º - Por outro lado nunca a sabedoria do meu pai assentou tão bem num jogo de futebol, dizia-me ele muitas vezes "eles são novos, não pensam!!!" e assim é com as duas mais recentes contratações da equipa adversária, eles parece que ainda estão a terminar o secundário mas talvez também por isso transpareça que ainda não tenham muito "esperto no cabeça"... tenho uma analogia perfeita para o jogo deles: fazem-me lembrar o cão da minha namorada, sempre que vê uma bola lá vai ele todo contente a correr mais que à pressa atrás dela, depois pega nela e vem a correr também todo contente até mim para me dar a bola, e é capaz de estar nisto horas... até se cansar e ficar deitado no chão com a lingua de fora e eu com a bola na mão, sem que me tenha cansado em tonterias de corridas... o que me leva a dizer "venham novos", porque está visto que não é por aí que a nossa senda vitoriosa vai cair....
O sinal de que as coisas vão mal para os lados da Picalandia deu-se quando face a um diferencial de 8-0, já para lá da hora de jogo, os adversários vibraram com o golito solitário como se fosse o golo de ouro da final do Campeonato do Mundo (até houve alguns que se viraram para o tratador da relva a dizer que podia acabar com o jogo e levantavam as mãos para o céu em sinal de euforia).
Não percebi o comportamento deles pois nem se pode dizer que a situação de morte-súbita se aplique a este jogo de 5ª, porque eles já andam em ventilação há meses... nestes casos defendo a eutanásia, morrer mas com dignidade e de forma assistida... nós bem lhes tentamos pisar o cabo que os vai mantendo vivos e colocar a almofada em cima da cara... mas eles insistem em viver mais uma semana para sofrerem mais maus tratos futebolísticos, haja masoquismo!
Já no balneário mais uma pérola do senhor do "Eles não são nenhuns heróis...", desta vez
cantava ele alegre "ai destino ai destino...", eu completo a famosa letra (do senhor aqui ao lado) que continua da seguinte forma: "... destino que Deus me deu!" e aproveito para juntar que se Deus tivesse um papel no destino dele já o tinha colocado há muito na construção, tais são os tijolos que lhe colocou no lugar dos pés... os sinais que Deus lhe dá são óbvios o que me leva a pensar cá para mim que apesar da cantoria religiosa ele não é católico é apenas mais um fã do Toni!!!
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